O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para juntos das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do Seu nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte não temerei mal algum, porque Tu estás comigo, a Tua vara e o Teu cajado me consolam. Preparas-me uma mesa na presença dos meus inimigos, unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.
Salmo 23:1-6
Decorei este salmo ainda quando criança e por tantas vezes em minha vida pude recitá-lo ou ouvir sermões a seu respeito. Porém, até hoje, acho que eu ainda não tinha percebido a profundidade das promessas contidas nele e a expectativa do próprio Deus em relação a nós revelada nessas palavras.
Esse salmo foi escrito pelo rei Davi que, tendo sido pastor de ovelhas em sua mocidade, comparou, com maestria, o cuidado de Deus por nós ao seu antigo ofício, tão comum naqueles tempos.
A primeira impressão que me ocorre ao considerar esse texto é a natureza da ovelha. Ela é um animal dócil que se permite ser guiado. Ela se deixa levar tanto às pastagens mais saborosas, quanto às margens das águas mais frescas, e também de ser reconduzida ao caminho quando, em algum momento, se meteu em perigo. Mas tudo isso só acontece por um motivo principal: elas confiam no pastor. “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”. Ela sabe que, o que quer que ele faça, é o melhor porque diante dele, ela é totalmente incapaz. Esse é o relacionamento que Deus deseja ter conosco. Os tempos modernos pregam o autocontrole, a autoconfiança, a autonomia, o autoconhecimento e tantos outros prefixos da mesma natureza, mas Deus quer se manifestar nas nossas limitações para que conheçamos a Sua grandeza, “porque o Seu poder é aperfeiçoado nas nossas fraquezas” (II Coríntios 12:9).
Quero ser uma ovelha que confia descansadamente na providência do Seu Pastor. Que almeja e se permita ser levada aonde Ele deseja e que possa desfrutar do melhor que Ele lhe reserva.
Quero ser uma ovelha que, nos momentos de distração em que me apartar do rebanho e seguir por caminhos solitários e perigosos, possa levantar a voz para que o Pastor me ouça e venha em meu socorro. Quero ter minhas feridas tratadas por Ele e ser reconduzida às veredas da justiça por ter provado do Seu amor e cuidado.
Quero ser uma ovelha sobre a qual os inimigos saibam que não têm nenhum poder.
Quero ser uma ovelha que durante toda a vida experimente da bondade e da misericórdia do Pastor, ao ponto de nunca querer me afastar dEle, pois estou certa de que, sendo Sua ovelha e estando sempre em Sua presença, nada irá me faltar.
oi,meu nome é elane,penso em seguir a vida religiosa,mas me sinto indigna e muito pecadora,ainda tenho um pouco de duvida…mas nao tive um sonho ou algo de concreto com Deus,mas algo dentro de mim me faz querer…me ajude com um conselho…
Muito bem Elane!!!
Este é o primeiro e principal passo!!!
Se todos reconhecessem que somos pecadores, seria bem mais facil de O Senhor operar uma grande obra maravilhosa na vida da humanidade!
Este é o teu primeiro passo: siga enfrente, este é o Caminho (Jesus).
Gostei desta postagem; digo desta porque não li outras, mas, gostei e hoje mesmo estava fazendo uma pesquisa sobre querer ser ovelha. É um velho livro que vou lendo aos poucos e em um dos seus capitulos fala do lobo que resolve se tornar uma ovelha mas não consegue então pede a Deus que faça um milagres na vida dele e é quando acontece a verdadeira conversão, aquela que Deus quem faz por nós, nos transforma!!!!
Se puder entra no meu blog depois
denyan-daniel.blogspot.com
Que o Senhor te abençõe!!!!
A tradução correta é: O Senhor é meu pastor e nunca (ou não) me faltará.
Dizer “nada me faltará” é incorreto. Pois muita gente que crê no Senhor enfrenta falta de roupa, de comida, de remédio, de um teto…
Dizer “não me faltará” é correto. Pois mesmo nos faltando bens materiais, se tivermos fé no Senhor, acreditamos na Sua presença… Ele não nos falta.